A ida e volta foram em tempos diferentes, uma breve visita a Florianópolis onde o mais fácil caminho era um calçadão com galerias de surf e corrimão. Com tempo marcado como triatleta era a espera de um ônibus numa cadeira sentado e um menino a dormir ao lado, parecia ter fome matinal. Eu levava comigo um bolo que até de esquecimento, de laranja, não entreguei a quem tinha fome. Mas eu fiz ao ponto uma reflexão, mesmo quando se tem a oferecer não se esquecer de agradecer.
Sobre a passagem pela paradisíaca floripa, como encata ver que o tempo lhe faz tão bem. Está mais madura e segura, tem um comércio rico, com subidas e bem largas avenidas. Assim que me deparo com a imensidão do mar e pontes que parecem pistas de aeroportos, luzes que indicam o sentido da via. É eu fiquei atento ao sinal do verde, 30 segundos de passagem.
Eu levava o notebook e uma bolsa zion leve onde me adaptava bem ao estilo litorâneo. Falei com um dependente químico, sua história nas drogas vinha da adolescência, carrega no semblante a tristeza de perder seus objetivos e a esperança. Talvez eu ter comentado sobre minha visita a minha família lhe dê animo a procurar uma ajuda médica, e que busque se recuperar. Meu aperto de mão era sincero, ele tinha boas chances de recuperação, trabalho não ia lhe faltar. Mas uma vez volto ao terminal rodoviário, com a passagem na mão, vista e revista 10 vezes. Agora a próxima parada seria na capital do Paraná. Na mesma poltrona eu ficava reclinado, ao corredor tinha uma visão e rebatidas recebidas de quem passava antes da 23 para trás, resumindo quase todos passageiros. Em meu lugar fiquei por 8 horas tomado de espaço, estava mesmo aberto a conversar sobre idas e vindas. As vezes fico tomado de boas intenções em outras nem tanto, mas por isso que preciso atentar a proteção em meus singelos apelos, reconhecer-me em valores com respeito.
Estava um pouco cansado mais sabia que à pouco chegaria em casa. A noite cai na capital e a temperatura também, já faltam 5horas para meu ônibus encostar na plataforma carimbada em letras. A minha corrida foi da frente, isso mesmo fui colocado pro lado de fora da rodoviária por fumar em lugar proibido, pena que paga com a saúde e vergonha. A minha conversa fumaceira falava de refrigeração, física das trocas de calor em ambientes como hipermercados, repartições, mercados públicos isso conta e conta mesmo. Legal conhecer um viajante que fala da saúde com anotações, me explicou sobre suas novas medicações era um sucesso da Veja. Assim ficamos até que os 15 minutos do seu próximo cigarro. Acho que já está sabido sobre os males do cigarro e com isso compromete seus pulmões e sua doença cardíaca. Como tudo que vem se vai, o arroz integral o refrigerante juntos eu comentei sobre um amigo no qual estávamos a passar a tarde para lanchar, ele me apronta umas das melhores. O costume japonês leva um doce com uma receita atípica, é o doce de feijão. Aquele dia estava frio como os invernos são no Rio Grande do Sul e sua façanha incrível foi colocar os doces no microondas e fazê-los aquecidos. Nada natural pra mim, eles ficaram ideal pro frio, aquecer “manju”. A manhã foi alegre como que fosse parques aos domingos, agradeço pela casa onde vivemos e aos alimentos que de importantes, cuidaremos.
Bolacha porta copos indicado pela revista vida simples, bohemia dentro de casa.

essa tua viagem dá pra fazer várias histórias numa simples lembrança, numa conversa que puxou outra e outra conversa....como é bom te ver assim: FELIZ!!!!!!!!!! te amo e te adoro!!!!!!!!!bjs!!!!!!!!!!!
ResponderExcluir